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PMBOK 4ª edição – Rapidinho

O PMBOK (Project  Management Body Knowledgment) é um guia,  ou como muitos lugares definem, um conjunto de boas práticas, criado pelo PMI – Project Management Institute para auxiliar a todos que estejam envolvidos com gerenciamento de projetos. Foi publicado na forma de livro e hoje encontra-se em sua 4ª edição, sendo a principal bibliografia para todos que desejam obter certificação em Gestão de Projetos.

O conteúdo do guia é formado por um conjunto de conhecimentos, escritos em linguagem universal (sem termos técnicos), para que possa ser útil a profissionais de todas as áreas e facilite assim a troca de experiências sobre o assunto.

Na sua 4ª edição, o PMBOK é constituído por 42 processos, 5 grupos de processos e 9 áreas de conhecimento.

O fato do PMBOK ser um guia composto por boas práticas, significa que Continue lendo

O Programador Pragmático – parte 8

E dando continuidade a leitura e o resumo do Programador Pragmático

Tendo em mente que nunca criaremos um software perfeito, devemos nos precaver, por exemplo, quando temos que alterar uma classe que outro programador fez, nós testamos antes, verificando se não há bugs para só então modificar. Temos a tendência de achar que o que nós fizemos está certo, que o nosso modo é o melhor. Programadores pragmáticos não se previnem só com os outros, eles sabem que também erram e se previnem deles mesmo.

Contratos

No nosso cotidiano estamos acostumados fazer acordos dos mais variados tipos, onde as partes se comprometem a cumprir algo. Alguns usam apenas a palavra, mas isso dificilmente funcionária com a companhias de fornecimento de Água, Luz e etc… O modo mais comum de estabelecer responsabilidades são os contratos, que definem condições para o uso de determinado recurso.
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O Programador Pragmático – parte 7

E seguindo a série de post… Aqui vai mais um que também fala em aumento de produtividade com a automação de tarefas recorrentes.

Escrevendo código que cria código

Muitas vezes nos temos tarefas repetitivas quando estamos em determinado projeto, como as tradicionais classes só com getters e setters, e para diminuir essa tarefas algumas IDEs fornecem atalhos. Mas há casos específicos que não são cobertos pela IDE, como uma classe Dummy que simplesmente tem os mesmo métodos e atributos da Entity ou a arquitetura em camadas que deve seguir uma regra específica de nomeação das classes, em fim, isso vai depender do seu problema.

Para esses casos devemos criar um programa que faça isso, já que teremos que gastar tempo criando uma determinada estrutura repetidamente, podemos investir em automatizar essa tarefa, e uma soluções é criar código que gere código.
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O Programador Pragmático – parte 6

Aqui estou no terceiro capítulo do livro, mais empolgado que nunca, e vendo que ainda tenho muito que aprender. As vezes a leitura me faz parar pra refletir um pouco no meu dia a dia, exemplo disso são as anotações que eu estou mantendo em um txt para poder comparar as estimativas com o tempo que realmente eu gastei nas tarefas.

Outro exemplo é que eu acabei o segundo capítulo é já coloquei outros livros na lista de compras, dessa vez livros de regex, Shell Script, Python e outros.

Mais uma coisa, eu decidi que não vou mais ficar escrevendo resumos de cada capítulo, de agora em diante eu simplesmente vou lendo e fazendo minhas anotações, então poderá ter capítulos divididos em vários posts e mais de um capítulo em um post.

Então até agora ficou assim:

O Programador Pragmático – Resenha do prefácio

O Programador Pragmático – Capítulo 1

O Programador Pragmático – Capítulo 2 – primeira parte 1

O Programador Pragmático – Capítulo 2 – segunda parte 2

E de agora em diante será: O Programador Pragmático parte 6, parte 7… E assim por diante.

Agora continuando com o resumo…

Logo no inicio o livro fala sobre saber utilizar e bem as ferramentas Continue lendo…

O Programador Pragmático – Capítulo 2 – segunda parte

E aí vai a segunda parte do segundo capítulo do livro que deve estar na cabeceira de qualquer programador: O Programador Pragmático.

Mais uma vez, esse resumo é uma anotação pessoal, e se é pessoal é influenciada por minhas experiências (meio obvio), então compre o livro que vale cada centavo investido.

Projéteis Luminosos

Essa parte do livro é simplesmente fantástica (eu já escrevi essa palavra várias vezes =P), mais uma vez começa com uma analogia que sobre os modos com que podemos dar um tiro no escuro, em resumo são:

Podemos calcular onde está o alvo, temperatura, umidade, fazer diversos cálculos, etc… E se o ambiente não mudar, o alvo não se mover, a temperatura estiver constante e assim por diante o tiro tem uma chance de chegar perto (hmmm, isso me lembra uma tal de “cascata”, ou um tal de RUP que é iterativo e incremental, mas que o levantamento tem que ser feito todo de uma vez “cascata com outro nome?!?!”, “argh!!”).

O segunda alternativa é a utilização de projéteis luminosos Continue lendo…

O Programador Pragmático – Capítulo 2 – primeira parte

Continuando a leitura e resumo do livro O Programador Pragmático, vai aí o resumo do segundo capítulo que vai ser dividido em alguns pedaços.

Obs.: Esse resumo não substitui de modo algum a leitura do livro!

Duplicação

O segundo capítulo é iniciado abordando o problema da duplicação, não somente a duplicação de código, mas também as especificações e documentações. O problema da duplicação no código já e reduzido quando passamos a trabalhar com Orientação a Objetos (ou não) e isso não significa que só por programar em Java, Ruby ou C# estamos programando OO.

Nesse parte o livro fala sobre os males de se duplicar informações, já que teremos o problema de a cada modificação teremos que procurar todos os locais que a informação está duplicada. E esse problema não é só em código, as informações podem está em documentações excessivas ou comentários exagerados em métodos que deveriam ser refatorados.
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O Programador Pragmático – Capítulo 1

Continuando a leitura do livro O Programador Pragmático… Acabei de ler o primeira capítulo e novamente mais uma surpresa com o livro. Basicamente ou autores dão uma visão geral de todo o conteúdo do livro e abusam das analogias por todas as partes, e isso pra mim é mais um ponto positivo, o entendimento da ideias e da forma de pensar dos autores ficam muito mais claras, e de forma objetiva.

O primeiro capítulo começa contando a filosofia do pragmatismo, onde os autores falam de onde veio a ideia de pragmatismo.

Agora mais um resumão das partes que mais me chamaram a atenção:

Logo no início os autores exemplificam como um programador pragmático se diferencia de outros, e em um parte está escrito: “Ele raciocinam além do problema imediato […] sempre tentando tomar conhecimento do cenário em maior escala”. Além disso os autores fazem questão de repetir sobre atitude e responsabilidade, onde o programador sempre é responsável por tudo que faz e assume seus erros.

Ainda sobre dar opções os autores falam sobre como dizer que algo não pode ser feito, “[…] Antes de abordar alguém pra dizer que algo não pode ser feito […], pare e escute a si próprio […]. Sua desculpa parece convincente ou estúpida?”
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O Programador Pragmático – Resenha do prefácio

Depois de muito ouvir falar eu resolvi comprar o livro O Programador Pragmático, e pra melhorar ainda mais minha compreensão e fixar cada capítulo eu resolvi fazer uma resenha do conteúdo que eu for lendo, então aí vai a primeira parte.

Para minha surpresa a primeira resenha não é nem do primeiro capítulo, é do prefácio. De cara já deu pra notar que os autores (Andrew Hunt e David Thomas) não se atentam a tecnologia utilizada como linguagens, sistemas operacionais ou ferramentas, e tratam o processo de desenvolvimento como arte e não como “fábrica”.

“[...]Não há respostas fáceis. Não há uma solução melhor, seja uma ferramenta, uma linguagem ou um sistema operacional. [...]”, “[...] Aí que o pragmatismo entra em cena. Você não deve se ater a uma tecnologia específica[...]”. Só por essas duas passagens do livro já me deixarem empolgado com o que vinha pela frente.

Ainda no prefácio os autores dão algumas características que fazem parte de um programador pragmático, que são:

Adoção antecipada/adaptação rápida.

Inquisitivo.

Pensador crítico.
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Livro SCJP (guia de bolso)

Hoje eu vou deixar a dica para o lançamento de um livro sobre a prova SCJP, eu ainda não li o livro (está na lista de compras), mas como o autor já é conhecido principalmente por quem participa do fórum GUJ e costuma ler o o blog http://www.camilolopes.com.br/.
Como eu já vi o Camilo Lopes (LpJava) ajudando muita gente GUJ… Vale a publicidade! =).
O autor diz no site “O livro não substitui o livro da Kathy Sierra, pelo contrario ele vem como um material auxiliar. Ah outro detalhe, eu busquei usar uma linguagem não muito formal nas explanações para que o leitor acredite está conversando comigo.”
O livro também conta com um simulado, e para mais informações: http://blog.camilolopes.com.br/guia-de-bolso-para-scjp-lancamento/.

Gabriel Rubens