Arquivos da categoria: Java

Governo Eletrônico – EGOV

Bom dia, amigos, o texto que segue abaixo faz parte de um trabalho que fiz para uma disciplina na Unicamp. Abaixo apresento alguns conceitos sobre Governo Eletrônico. O intuito é começar o assunto e dar continuidade a este post futuramente, apresentando outros assuntos pertinentes a este tema.

Bom vamos lá, um sistema de Governo Eletrônico (sigla EGOV) nada mais é do que a utilização das tecnologias da informação para interação de cidadãos, comércios e indústrias onde este deve prover melhora na administração pública de um determinado órgão público. A interação neste caso se dá através de processos e produtos que estes governos podem disponibilizar aos usuários deste sistema.

Segundo um artigo que li (chamado Aplicações de Tv Digital em Governo Eletrônico de 2009)diz que EGOV “tem despertado o interesse do meio acadêmico pela sua contribuição ao aprimoramento dos serviços prestados ao cidadão e pela possibilidade de contribuir com a democracia eletrônica”. A abordagem democracia eletrônica resume o verdadeiro intuito dos Governos Eletrônicos. Continue lendo…

Enums – Rapidinho

Fala galera,

diretamente de Brasília com mais uma postagem arroz com feijão.  Hoje, aproveitando que voltei a estudar para certificação (antiga SCJP) vou falar um pouco sobre Enum.

O Enum é um recurso disponibilizado a partir da versão 1.5 do Java (ou Java 5), que veio para limitar uma determinada faixa de valores para variáveis. Ou seja, uma lista com valores pré-definidos.

Alguns descrevem como um tipo de classe especial, eu gosto de dizer que ele é Continue lendo…

Teste Unitário com JUnit – Rapidinho

O modo ideal de escrever os testes de unidade é utilizando o ciclo de Desenvolvimento Dirigido (Guiado) por Teste ou TDD.

  • Criar um teste
  • Executar todos os testes
  • Escrever o código
  • Executar todos os testes novamente até executarem com sucesso
  • Refatorar
  • E repetir o ciclo

Que pode ser descrito como Red ->Green -> Refactor!

Pra quem está querendo começar a entender o framework JUnit pode utilizar as facilidades proporcionadas pelo Eclipse, que é criar o classe e os métodos de teste.

Bom, vamos ao exemplo onde primeiro será criada uma classe e seus métodos sem implementação (retornando 0), e depois com a ajuda do Eclipse já criar a classe de teste já com os métodos.

As classes apresentadas ficaram nos pacotes “main.java.br.com.haw.calculadora” e “test.java.br.com.haw.calculadora”, sendo que o primeiro é para a classe “Calculadora” e o segunda é para classe “CalculadoraTest”.

Nesse caso a classe é criada junto com os métodos que ainda estão sem implementação:
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Problema para rodar o STRUTS 2

Olá amigo leitor, estou retornando a postar neste blog depois de muiiiitoooo tempo sem postar, estou atualmente estudando java para aplicações WEB, e o grande motivo aqui é auxiliar a grande quantidade de pessoas no mundo dos códigos binários que possuem problemas ao fazer o primeiro exercício com struts da apostila FJ21 da Caelum (www.caelum.com.br).

Bom, eu passei muito tempo pra fazer funcionar este pequeno exercício (agora está explicado o porquê que não venho postando !!!!! rsrsrsr).

O objetivo deste é mostrar o funcionamento de um controlador struts, que tem como objetivo redirecionar a aplicação para o jsp olaMundoStruts.jsp quando a url http://localhost:8080/fj21-tarefas/olaMundoStruts for acionada.

Fiz tudo certo…

- Baixei o arquivo struts-2.1.8.1-lib.zip do struts 2 do site http://struts.apache.org/2.x/.

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Método, Variável e Classe Final

Basicamente o modificar final é aplicado da seguinte maneira:

  1. Variável: Uma variável final não pode ter o seu valor alterado
  2. Método: Um método final não pode ser sobrescrito
  3. Classe: Uma classe final não pode ser estendida

Sendo assim, é importante saber que você dever ter algumas coisas em mente antes de sair declarando tudo como final, principalmente classes e métodos, pois alguns princípios de orientação a abjetos (veja aqui e aqui) são quebrados quando esse modificador é utilizado de forma indiscriminada.

Mas também tem o outro lado, pois em muitos casos o modificador final garante a segurança, como podemos ver na classe String.

Linguagens como Ruby permitem que você mude Continue lendo…

Mas que diabos é uma classe?

Quem nunca se perguntou isso? Acredito ser a primeira pergunta que vem a cabeça de quem está iniciando na orientação a objetos. Por esse motivo tentarei encontrar uma maneira simples, clara e objetiva de explicar.

Ok, então vamo nessa!

Antes de tentar revelar o mistério precisamos dar uma repassada básica em orientação a objetos. OO é um paradigma de desenvolvimento, ou seja, um modelo ou padrão a ser seguido, que tenta representar conceitos da vida real através de objetos com o intuito de atingir algum objetivo.

Eu disse conceitos, pois como foi bem lembrado Continue lendo…

Como Configurar Variáveis de Ambiente para Usar o Java?

Olá caros amigos leitores usuários do WINDOWS XP, venho em caráter urgente para dar uma explicação de como configurar variáveis de ambiente para rodar o Java no prompt do MS-DOS.

Sabe aquele probleminha quando você digita javac no DOS e ele não reconhece?? Esse é o primeiro obstáculo para o autodidata… e abaixo estará a fantástica e mágica solução em 10 passos…

1 – CLIQUE com o botão direito do mouse em “MEU COMPUTADOR”

2 – CLIQUE no item “PROPRIEDADES”

3 – CLIQUE na guia (aba) “AVANÇADO”
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Regras de Interfaces Java

Olá pessoal… Hoje estou aqui pra falar sobre as famosas interfaces Java!

Não interface gráfica (GUI, Swing e AWT), mas as classes 100% abstratas, que são declaradas com a palavra-chave interface.

Ainda me lembro do dia em que eu tive o meu primeiro contato com as interfaces (estudando). Eu tinha acabado de entender como funcionava a herança em Java… Tinha descoberto que boa parte dos meus problemas havia acabado naquele momento, afinal, eu tinha aprendido que poderia economizar centenas de linhas de código nos meus programinhas herdando tudo.

Aí veio a decepção, quando eu comecei a aprender sobre as interfaces… Eu descobri que o que eu estava fazendo era herdando por preguiça, e a herança não foi feita pra isso, a herança tem que fazer sentido. Mas, isso vai ficar pra outro post, porque o assunto de hoje é sobre a prova SCJP.

Vamos ao resumo para certificação… Continu lendo…