Compartilhando o que eu acho =)
By Gabriel Rubens
Agora o último resumo feito pelo André, é um resumo de como foram as palestram de domingo no TDC 2010.
Para mim Domingo foi disparado o melhor dia! Segui a trilha de Agile.
Primeira palestra: Código Limpo:
Palestrante: Hugo Corbucci: http://twitter.com/hugocorbucci
A mesma palestra, só que num evento anterior: http://devinsampa.blip.tv/file/4024593/
Falou da importância de ser ter código fácil de se manter, ser profissional, somos pagos para testar, documentar e escrever código correto.
Temos que corrigir o código assim que possível, não deixar a DÍVIDA TÉCNICA crescer de forma a ficar impossível de ser refatorar depois.
Se o código está muito sujo, mesmo que seja de outro programador, devemos ir corrigindo aos poucos.
Código sujo, de uma forma resumida, é código que não segue padrões, sem identação adequada, com nomes de variáveis, métodos que não correspondem ao que eles realmente fazem.
Podemos medir um código ruim, pelo quantidade de “Que porra é essa” ditas por minutos, uma alusão ao tempo que você demora para entender código de outro programador.
Código limpo, é aquele que você bate o olho e sabe dizer o que ele faz, mesmo sem ler o bloco de código.
Dicas para manter um Código Limpo:
Refatorar o código sempre: Continue lendo…
By Gabriel Rubens
Continuando o post anterior com o resumo que o André fez, este post apresentará o resumo do sábado do TDC.
Primeira palesta: Como escolher API`s e Frameworks
Foi uma discussão com todos presentes sobre como escolher frameworks para seu projeto.
Pessoal também comentou sobre suas más experiências ao escolher frameworks.
Consenso geral: Escolher um framework que seja usando por muita gente, que esteja maduro e que tenha empresas E pessoas físicas por trás.
Essa escolha vai durar anos com você. E por isso, em algum momento, alguém novo vai falar “Quem foi o idiota que escolheu esse framework?” Natural pois a tecnologia está sempre evoluindo.
Mudar um framework custa muuuito caro e quase nunca se justifica.
Segunda palestra: Casos de sucesso com java
A Fabiane Nardon contou sobre sua experiência com arquiteta chefe no maior sistema JEE do mundo: O sistema de saúde pública da cidade de São Paulo, vencedor do Duke’s Choose Awards
Era em época de eleição, contrato assinado no fim de 2003. O sistema seria utilizado por 80 mil profissionais. 14 milhões de pacientes e tinha que ficar pronto em 10 MESES. Continue lendo…
By Gabriel Rubens
Nos dias 20, 21 e 22 deste mês (Agosto) rolou o TDC 2010, e eu não pude comparecer, mas o André Reis (Twitter) que trabalha comigo foi e fez um resumo de tudo que ele viu por lá. A principio esse resumo foi passado por e-mail pra todos da empresa, mas como ficou bem legal eu pedi a autorização do André pra divulgar aqui esse resumo. O resumo está escrito em forma de anotações, e conta os pontos principais de cada palestra segundo o ponto de vista do André.
Eu vou dividir esses resumos em três postagens, e a primeira é essa de sexta-feira:
Na abertura, a Yara Senger da globalcode mais uma vez ressalta a importância da participação da comunidade na realização desses eventos e agradece a todos os patrocinadores, apoiadores, coordenadores e participantes.
Devido ao tempo muito curto, os palestrantes corriam muito com o conteúdo. Os slides serão disponibilizados posteriormente. Vamos ficar de olho no twitter.
Primeira palestra: JSF 2.0
JSF sem nenhum conjunto de componentes não faz sentido. Na versão 2, a dica é usar o Primefaces, que está mais maduro que o RichFaces e o Icefaces.
Segunda palestra: JSF 2.0 no GAE
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By Gabriel Rubens
Hoje eu vou deixar a dica para o lançamento de um livro sobre a prova SCJP, eu ainda não li o livro (está na lista de compras), mas como o autor já é conhecido principalmente por quem participa do fórum GUJ e costuma ler o o blog http://www.camilolopes.com.br/.
Como eu já vi o Camilo Lopes (LpJava) ajudando muita gente GUJ… Vale a publicidade! =).
O autor diz no site “O livro não substitui o livro da Kathy Sierra, pelo contrario ele vem como um material auxiliar. Ah outro detalhe, eu busquei usar uma linguagem não muito formal nas explanações para que o leitor acredite está conversando comigo.”
O livro também conta com um simulado, e para mais informações: http://blog.camilolopes.com.br/guia-de-bolso-para-scjp-lancamento/.
Gabriel Rubens
By Gabriel Rubens
A partir de agora (sexta passada, 30/04/10) o Grupo Haw terá que aprender a trabalhar remotamente. É isso mesmo, até então nós trabalhávamos no mesmo local que é na cidade de Santos, e foi daí que surgiu a idéia do blog. Mas agora haverá uma mudança no nosso modo de estudar e manter os projetos pessoais, pois dois dos integrantes passaram a morar em Campinas para fazer mestrado na Unicamp.

Fonte: http://farm4.static.flickr.com/3566/3522104760_8c6e6eae4b.jpg
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By Wenderson Lisardo
Nesse artigo vou falar sobre um tema bem interessante Validação de Formulários, é uma coisa muito comum, mas que leva um tempinho considerável.
Vou mostrar um jeito no qual você não vai precisar ter quase nenhum trabalho, basta mudar um parâmetro. Mesmo tendo vários artigos na internet abordando o mesmo assunto, resolvi fazer mais um por que nunca vi um com um código parecido com esse.
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By Gabriel Rubens
O modo ideal de escrever os testes de unidade é utilizando o ciclo de Desenvolvimento Dirigido (Guiado) por Teste ou TDD.
- Criar um teste
- Executar todos os testes
- Escrever o código
- Executar todos os testes novamente até executarem com sucesso
- Refatorar
- E repetir o ciclo
Que pode ser descrito como Red ->Green -> Refactor!
Pra quem está querendo começar a entender o framework JUnit pode utilizar as facilidades proporcionadas pelo Eclipse, que é criar o classe e os métodos de teste.
Bom, vamos ao exemplo onde primeiro será criada uma classe e seus métodos sem implementação (retornando 0), e depois com a ajuda do Eclipse já criar a classe de teste já com os métodos.
As classes apresentadas ficaram nos pacotes “main.java.br.com.haw.calculadora” e “test.java.br.com.haw.calculadora”, sendo que o primeiro é para a classe “Calculadora” e o segunda é para classe “CalculadoraTest”.
Nesse caso a classe é criada junto com os métodos que ainda estão sem implementação:
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By Eduardo Gomes
Olá amigo leitor, estou retornando a postar neste blog depois de muiiiitoooo tempo sem postar, estou atualmente estudando java para aplicações WEB, e o grande motivo aqui é auxiliar a grande quantidade de pessoas no mundo dos códigos binários que possuem problemas ao fazer o primeiro exercício com struts da apostila FJ21 da Caelum (www.caelum.com.br).
Bom, eu passei muito tempo pra fazer funcionar este pequeno exercício (agora está explicado o porquê que não venho postando !!!!! rsrsrsr).
O objetivo deste é mostrar o funcionamento de um controlador struts, que tem como objetivo redirecionar a aplicação para o jsp olaMundoStruts.jsp quando a url http://localhost:8080/fj21-tarefas/olaMundoStruts for acionada.
Fiz tudo certo…
- Baixei o arquivo struts-2.1.8.1-lib.zip do struts 2 do site http://struts.apache.org/2.x/.
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By Lucas Menezes
Faala!
Depois de uma eternidade sem postar, o Grupo Haw está de volta. Esse tempo parado foi bastante proveitoso para meter a cara nos livros.
Hoje acordei com o seguinte questionamento:
“Por quê atualmente os desenvolvedores tem tanta restrição dentro das empresas?”.
Novas tecnologias, novas idéias, novas metodologias, ou qualquer coisa proposta por eles não são bem vistas. É enfrentado por analistas, arquitetos, engenheiros, DBA’s e às vezes pessoas sem o mínimo de conhecimento técnico no assunto, mas que por uma questão de hierarquia acabam tendo esse poder.
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By Wenderson Lisardo
Essa é a segunda parte da saga POO em PHP, se você não leu a parte 1 CLIQUE AQUI e dê uma olhada antes.
Hoje falarei sobre herança e faremos alguns exemplos. Irei lentamente, pois esse assunto é um pouco complicado de entender. Então vamos nessa!
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By Wenderson Lisardo
Depois de alguns tópicos falando a respeito de programação orientada a objetos, resolvi postar sobre POO (Programação orientada a objetos) em PHP.
Mas antes de começar a entender esta prática no PHP devemos saber de alguns fatos:
Há um falatório muito grande em cima deste conceito. Muitas pessoas acreditam que em PHP não existe Orientação a Objeto.
A verdade é que ela é Orientada a Objeto desde a sua versão 3.0 apesar de ser uma coisa muito porca e mal feita, pois somente dava suporte a sintaxe e não permitia a correta utilização do conceito em si. A partir da versão 4 veio uma coisa mais inteligente, porém ainda longe da POO real.
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By Gabriel Rubens
Basicamente o modificar final é aplicado da seguinte maneira:
- Variável: Uma variável final não pode ter o seu valor alterado
- Método: Um método final não pode ser sobrescrito
- Classe: Uma classe final não pode ser estendida
Sendo assim, é importante saber que você dever ter algumas coisas em mente antes de sair declarando tudo como final, principalmente classes e métodos, pois alguns princípios de orientação a abjetos (veja aqui e aqui) são quebrados quando esse modificador é utilizado de forma indiscriminada.
Mas também tem o outro lado, pois em muitos casos o modificador final garante a segurança, como podemos ver na classe String.
Linguagens como Ruby permitem que você mude Continue lendo…
By Gabriel Rubens
Depois de um tempo pensando sobre o assunto, eu decidir investir nessa linguagem também.
Eu sei que vai ser difícil estudar duas coisas ao mesmo tempo (Java, Ruby), mas eu acho que vale o esforço. Então a partir de agora eu vou dividir meu tempo de estudo entre Java e Ruby e, além disso, ainda tem a faculdade e trabalho. Mas vai ser bom, principalmente porque agora eu vou ter que gerenciar melhor o meu tempo, coisa que eu faço muito mal (nem faço).
Além disso, já vou incluir nesse “gerenciamento de tempo” o Inglês. Porque já está me fazendo falta Continue lendo…